7 de dez. de 2011

Os 7 melhores filmes brasileiros

Quando assisto um filme nacional, tenho a mania de dizer "é brasileiro, mas é legal". Por que mesmo é que a gente tem esse preconceito imenso pelos filmes daqui? Claro que as super produções hollywoodianas tem super efeitos especiais, uma história incrível e atores gatos por quem ficamos babando o filme inteiro, mas aqui do Brasil já saíram bons filmes. Aqui vai um mini-guia de filmes para ver (ou rever) nas férias.

Tropa de Elite 

Precisa mesmo de mais explicações?


Muita calma nessa hora



Conta a história de 3 amigas, uma delas traída pelo noivo. Decidem viajar para Buzios, já que a traída estava de casamento e lua de mel marcada. Aproveitaram o pacotão e embarcaram juntas nessa viagem hilária de amizade e muitas, muitas loucuras.

O Palhaço


O filme fala sobre a vida de um palhaço, sobre como ele só sorria no palco e sua busca de uma verdadeira identidade.(Parece confuso mais é ótimo).

Divã


É sobre um mulher de 40 anos, que depois de ir visitar um analista, passa a ver a vida de um novo jeito.

Qualquer gato vira lata


Tati é uma mulher super possessiva e apaixonada pelo namorado mimadinho. Até que descobre um traição, então vira cobaia de um professor de biologia. 

Não se preocupe nada vai dar certo

Fala sobre um cara que viaja pelo brasil contando piadas. Certo dia recebe uma proposta para virar um guru que dá palestras motivacionais.

Era uma vez


Uma história a lá Romeu e Julieta, só que com um toque brasileiro. Onde o garoto é pobre e vive na favela e se apaixona por uma menina rica que mora perto de onde ele trabalha.

Assalto ao Banco Central


Aquela velha história que sempre viamos no jornal. (Mas é muito bom).

Welcome to my life

A gente passa a maior parte do tempo esperando por alguma coisa. Por alguém, por algo ou por algum momento especial. 
E assim o tempo passa e ai percebemos que a vida é a única que não espera. Depois de um tempo esperando, acabamos esquecendo o que realmente esperamos. 
É preciso viver agora, sem grandes expectativas. E também não quero perder tempo esperando pelo desconhecido.

2 de dez. de 2011

Welcome to my life



O vento dançava com as folhas das árvores que roçavam suavemente contra a janela. A noite brilhava apesar das nuvens cobrirem todas as estrelas. A Lua iluminava pontos do quarto escuro. Em um deles, estava eu, sentada em uma cadeira de balanço antiga, envolvida numa coberta, alternando entre olhar a noite e observar cada gesto seu adormecido na cama. Nossa cama, ousei pensar mordendo os lábios. Me agradou imensamente como soava aquela palavra: Nossa. Tímida, comum, que acelera meu peito enquanto imaginava tudo que poderia transformar-se em nosso. Nosso canto, nosso lar, nossa história. Palavras pequeninas, unidas, e capazes de triplicar o tamanho do coração.

Quando dei por mim, estava deitada ao teu lado, te afagando os fios de cabelo e recordando todas as vezes que quase fugi de você e desisti no último instante. A vida sempre fora assim comigo. Era sentir e fugir. Era encontrar e me esconder. Com todos fui assim, e apesar de doer no início, passava e seguia em frente. Mas com você, não. Pensar em dizer adeus me doía mais do que lembrar todas as minhas partidas de uma só vez. Em algum canto da alma, eu sabia, as despedidas vieram uma à uma esperando apenas tua chegada para jamais voltarem a existir. Você apagou o meu passado e iniciou comigo um novo livro sem rascunho algum. Me fez viver no improviso. Mostrou para minha natureza desconfiada o quão é bom aprender a confiar. Ensinou-me a amar sem pressa - nesse teu jeito bem devagar, saboreando cada sensação. Em meio à devaneios, senti seu olhar em mim. Eu te sorri e você sorriu de volta. Era bom, entre tantos sentimentos solitários, saber que algo era devolvido à mim. Saber que meus arrepios, sorrisos e toda essa vontade de você, eram recíprocos. Eu encostei a cabeça no teu peito e fui embalada pelo ritmo da sua respiração, pensando em como era bom, entre tantos caminhos opostos e acenos de adeus, encontrar você.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...